Crítica: Lua Nova(New Moon - EUA - 2009)Tá, eu queria fazer minha crítica épica sobre 2012, mas Lua Nova se materializou nos cinemas de todo o mundo, aqui no shopping, ocupando as 3 melhores das 6 salas do cinema. Fui ver na maior sala, com o melhor som, e os melhores trailers(Atividade Paranormal, que tentarei ver e criticar aqui, e AVATAR!!! 3 minutos mágicos...), mas o filme mesmo, não foi lá essas coisas, mas pelo menos foi muito melhor que eu esperava. Quer dizer, 10% melhor, porque continuo achando a Saga Crepúsculo uma porcaria de marca maior, mas vamos ao filme: Fui vê-lo com toda a minha ''admiração'' pelas fãs chatas e tentei levar o filme a sério, o máximo que pude... E até que deu até a metade, onde o filme entra num mergulho abissal, até chegar em Atlantis - O Reino Perdido...
Nos bons e velhos tempos, vampiro de verdade era careca, tinha garras, dentes de rato, orelhas pontudas e uma aparência nem um tanto... Cintilante. Que nem o Nosferatu aí do lado. Isso sim, vampiro 'dubom'! O mesmo vale pros lobishulks(viva Pablo Vilhaça!), aquelas Lassies on steroids safadas, com efeitos especiais mais artificiais que Garfield, e que ignoram a lenda, se transformando não na Lua Cheia, mas sim quando ficam com raiva("...sim, porque temos que chamar a atenção dos meninos", disse um executivo aleatório). Com todas essas besteiras, tentar levar o filme a serio se torna cada vez mais difícil. Quando os atores principais decidem jogar tudo pro alto e virarem puras caricaturas, fica impossível... Kristen Stewart como Bella(boca fechada não entra mosca) e Robert Pattison como Edward Cullen(as sobrancelhas atuam por ele) possuem uma coisa em comum, além daquele amor hipoglicêmico deles: Os dois interpretam o personagem alegre, triste, com raiva, com fome, com náuseas, com a mesma cara de "ahn?"(no caso dela, só no filme, porque ela é uma ótima atriz)... O que dizer do elenco de apoio? Prefiro dizer nada...
É bom... Não salva o filme, mas é bom...
Mas vamos falar das(poucas) melhoras, né? Essa crítica ta ficando mais cansativa e arrastada que o próprio filme. A direção de Cris Weitz(de A Bússola de Ouro, meio chatinho, mas infinitamente melhor que... Isso.) melhorou bastante, agora parece um filme de verdade, não um monte de cenas copiadas do livro, feitas por fãs que nunca tocaram numa câmera antes(única explicação para a cena do baseball... Ah, a cena do baseball!). Os efeitos melhoraram, mas continuam sofríveis. A maquiagem melhorou, mas da pra ver onde ela acaba no pescoço do ator... Um tanto bizarro.
Pois bem, depois das mensagens desastrosas, como botar o vampiro 'bonzinho' querendo transformar(lê-se: transar com) sua amada só depois do casamento, enquanto ela viaja para a Itália na Virgin Airlines(queria que isso fosse brincadeira, mas não é... Mas talvez...) e depois de aprender que amor verdadeiro e amor obsessivo/compulsivo/corrosivo NÃO É A MESMA COISA, sobra um filme nota:
Nota: 5






















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